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4 de outubro de 2017

Atividade física na terceira idade



Não importa a idade: praticar exercício físico colabora com a nossa saúde e o nosso bem-estar. Agora, se você chegou à terceira idade, tem ótimos motivos para sair do sofá e começar a movimentar o corpo. Sabe por quê? Porque praticar atividades físicas nessa fase da vida ajuda a prevenir e retardar o envelhecimento.

Terceira idade ativa: sinônimo de bem-estar e qualidade de vida


Nessa fase da vida, é natural que o corpo sofra algumas mudanças. Porém, deixar o sedentarismo de lado vai proporcionar várias vantagens, como: aumento da força muscular, maior flexibilidade, coordenação motora, controle de peso, redução do estresse, além de prevenir doenças.

Dicas para começar a praticar atividades físicas


O primeiro passo é você consultar o seu médico. Após passar por uma avaliação clínica, o profissional vai orientar sobre qual é a melhor atividade a ser seguida. Além disso, deverá acompanhar periodicamente a sua rotina de exercícios.

Lembre-se também de que, aliada à prática de exercícios físicos,  é fundamental ter, no dia a dia, uma alimentação saudável.

E qual atividade física escolher?


Bom, como já falamos acima, o melhor esporte para você é o seu médico que vai determinar. É claro que ela precisa ser agradável para você. Afinal, você precisa se sentir confortável com o exercício que for praticar.

No entanto, caminhada, hidroginástica e pilates são alguns dos exercícios muito bem aceitos pela terceira idade. Já pensou em fazer algum deles?


E não se esqueça: movimentar o corpo garante qualidade de vida e ainda contribui com a sua autoestima!


Se você quiser saber mais informações sobre atividade física na terceira idade, encontramos um vídeo muito bacana no YouTube, e vamos compartilhar com você. É um vídeo do canal Coração e Vida, com ótimas explicações do médico Alexandre Leopold Busse. Assista:



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27 de agosto de 2017

Animais de estimação para idosos: conheça as vantagens

Foto: Pixabay

Você sabia que ter um animal de estimação em casa, como gatos ou cachorros, pode ser uma terapia para os idosos? Isso mesmo! Quando estamos interagindo com um animal de estimação, como, por exemplo, ao fazer um carinho, os batimentos cardíacos e a pressão arterial diminuem. Isso é muito positivo no dia a dia, principalmente para idosos que querem aliviar a ansiedade.

Ter um animal de estimação em casa vai exigir cuidados


É claro que devemos levar em consideração que um animal de estimação exige amor e bastante dedicação. Sendo assim, antes de tudo, a família precisa se planejar para a chegada de um novo integrante, no caso, o animal.

Outro ponto que precisamos ficar atentos é em relação ao idoso. Na terceira idade, nossa pele fica mais sensível. Então é preciso cuidar das unhas do animal para evitar arranhões. Outro fator importante é saber se o idoso tem algum doença respiratória – lembre-se que cães e gatos pêlos, e isso pode provocar alguma alergia.

Também é fundamental levar em consideração o porte do animal. Cães grandes, por exemplo, podem ser inviáveis para passear com o seu dono idoso pelas ruas. 

Para não se sentir sozinho, vale muito a pena ter um animal!


Na fase da terceira idade, dar uma importante tarefa para um idoso pode ser bem importante, pois vai estimular o seu cérebro a novas atividades. Fazer uma caminhada com o animal de estimação e se lembrar de alimentá-lo são alguns dos afazeres que vão fazer o idoso interagir socialmente. 

Animais em casa podem contribuir com a saúde física


Se o médico recomendou alguma atividade física, como caminhada, um cachorro pode ser a companhia ideal. Com um cão para passear, a atividade física pode se tornar mais dinâmica, e divertida!

Ah, e isso sem contar com outras vantagens para a sua saúde, como já lembramos aqui: animal de estimação em casa pode até diminuir a frequência cardíaca e a pressão arterial. Ótimo, não é mesmo? 
Vale lembrar, ainda, que ter um gato ou um cachorro incentiva o idoso a se movimentar dentro de casa. O animal vai querer brincar, vai precisar beber água, comer... todas essas atividades fazem o idoso ter mais disposição. Aliás, nada de passar o dia inteiro sentado no sofá ou deitado na cama assistindo TV!

A saúde emocional também pode melhorar com um animal de estimação


Idosos muitas vezes podem se sentir ansiosos ou mesmo sozinhos. Mas, com um animal de estimação em casa, o idoso pode ter um dia a dia mais saudável.

Então, você está preparado para ter um animal de estimação em casa? Aliás, quem já tem um animalzinho sabe bem todos os benefícios que um pet pode proporcionar para toda a família, independente da idade dos seus membros. 


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1 de junho de 2017

Linda? Hoje eu só quero ser eu


Hoje foi dia de consulta médica. Então, para aproveitar melhor o dia, acordei bem cedinho e fui caminhar com a minha amiga no parque. Enquanto a gente caminhava e conversava, ela me disse: "Eu já vivi muito. Tenho marido, filhos, netos. Parece que eu já tenho tudo quando eu falo da minha família, mas eu não posso esquecer que eu continuo viva, cheia de alto-astral. Por isso, sabe o que eu mais quero hoje? Hoje eu só quero ser linda!".

É claro que minha amiga falou isso brincando. Aliás, quando ela falou "Hoje eu quero ser linda!", nós caímos na gargalhada. Somos amigas de longa data e, quando estamos juntas, a conversa é sempre animada.

Depois da caminhada, voltei para casa e me arrumei para a consulta médica. Assim que cheguei ao consultório, a secretária me avisou que o médico iria se atrasar um pouco.

Para me distrair, peguei uma revista para ler. Logo na capa, uma atriz de biquíni. E o título para a matéria era este: "Descubra como a fulana emagreceu 5kg em dois meses".

Foi aí que eu me lembrei daqueles 2kg que eu estou tentando perder há 1 ano! E logo veio a frase da minha amiga na minha mente: “Hoje eu só quero ser linda!”

Abri a revista, tentando esquecer sobre os "quilinhos" a mais no meu corpo. Mas foi em vão. Logo meus olhos fixaram na propaganda: "Creme antirrugas para usar antes de dormir." Então eu me lembrei daquele creme que anda esquecido no meu criado-mudo. Tenho chegado tarde em casa, cansada, com a sensação de que falta tempo para me cuidar.

De novo a frase “Hoje eu só quero ser linda!” ficou perturbando a minha cabeça.
Preferi fechar a revista e conversar com a paciente que também aguardava na sala de espera. Ela começou a falar comigo sobre alimentação saudável, sobre o quanto a substituição de alguns alimentos podem contribuir com a saúde. Assim ela disse: “Na minha casa raramente tem pão. E, quando tem, só pão integral. Sabe aquela barriguinha que não sai por nada? Culpa da massa branca!”.

Eu rapidamente lembrei que vestia uma blusa que salientava a minha barriga. Também me lembrei da pizza que comi no final de semana, do refrigerante que estava na minha geladeira, do pedaço de bolo que minha vizinha me presenteou ontem... e, para completar, pensei: “Hoje está difícil me sentir linda!”.

Chegou a minha vez de ser atendida. Meu médico de longo anos, assim que me viu, perguntou pela minha família. No meio da consulta, ele disse: "Se quiser continuar com um corpinho que aparenta ter menos 50 anos, continue com os seus exercícios”.

Na hora, pensei: "Mas eu nunca escondi minha idade, todos que me conhecem sabem que tenho mais de 50".

Em poucos minutos, foram tantas reflexões sobre o culto ao corpo que confesso que saí até meio confusa do consultório. Já na rua, liguei para o meu marido ir me buscar, assim como havíamos combinado. Enquanto esperava, um outdoor chamou a minha atenção. Nele estava escrito: "Creme hidratante com óleo de coco: a solução para cabelos ressecados". Mais uma vez, pensei em que eu estava há semanas só adiando minha visita ao salão, e também pensei no quanto o mundo tem exigido de mim, para que eu me sinta bonita, de acordo com os padrões da sociedade.

Meu marido chegou. Abriu a porta do carro e, por ironia do destino, disse: “Como você está linda!”. Surpresa, pois foi um dia com tantos conflitos comigo mesma, um pouco sem jeito sorri para ele. Depois, olhei o meu rosto no retrovisor do carro e, curiosamente, aceitei-me. Rapidamente, todas as cobranças do mundo externo foram eliminadas do meu interior. Dentro de mim, o que ficou de aprendizado foi isto: muito mais do que querer ser linda, chegar à maturidade é dizer que hoje eu só quero ser quem eu realmente sou!

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Casamento na terceira idade: nunca é tarde para amar


Qual a idade certa para se casar: 25, 30 anos? Para nós, o amor simplesmente não tem idade. O importante mesmo é acreditar que ele existe, e pode bater à sua porta quando você menos espera.

Nós sempre gostamos daquelas histórias reais, mas que parecem de filmes, sabe? Um homem que esperou longos anos até sua esposa voltar para ele, ou uma mulher que sempre acreditou que valia a pena lutar pelo seu verdadeiro amor.

É claro que tudo isso pode envolver solidão, sofrimento, e muitas vezes tudo pode parecer dar errado. Mas há aquele famoso ditado: “O amor sempre vence!”. E é nisso que nós acreditamos.

Esta semana, uma história real de casamento chamou a nossa atenção


     Crédito: G1 - EPTV

Poucos dias atrás, assistimos a uma reportagem na TV Globo e pensamos: “Isso pode ser uma ótima matéria para o blog Feminidade”.

A reportagem mostrava uma senhora de 80 e um senhor 102 anos que foram... se casar! Isso mesmo, comprovando que o amor não tem idade para acontecer. Veja, a seguir, mais sobre essa história:

Os idosos se casaram em Fortaleza de Minas, MG

Seu José, de 102 anos, era viúvo e dona Antônia, de 80 anos, nunca tinha namorado. A senhora morava em São Paulo e a história, que já existe há 20 anos, manteve-se viva por meio de cartas.

Durante a matéria, o que também impressionou foi a beleza da dona Antônia. Olha só a senhora toda vaidosa se arrumando para o grande dia:

Crédito: G1 - EPTV


E você, também tem uma história de amor inspiradora para contar? Deixe aqui nos comentários.


* A reportagem completa você pode assistir neste link: G1 - EPTV

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25 de maio de 2017

Velha, eu?

Foto: Pixabay

Hoje foi dia de arrumar o armário. Na última gaveta, lá estava ele: o vestido azul floral do meu noivado. Há muitos anos o meu vestido fica escondido no mesmo lugar, e se tem uma coisa que eu não consigo é me desapegar dele.

Mas há um lindo motivo para eu guardá-lo com tanto carinho, sabe qual? O meu noivado foi surpresa! Era um sábado de primavera, a família toda sabia, menos eu. Aliás, se eu soubesse, teria me arrumado muito mais. Porém, de repente, um simples vestido se tornou uma das peças mais importantes da minha vida.

Quando minha filha nasceu, a minha desculpa para não doar o vestido era esta: “Um dia minha filha irá usar”.

Ela fez 10, 20, 30 anos, e nunca tive a coragem de dar meu vestido de presente para ela. Na minha cabeça, minha filha iria pensar: “Que roupa de velha!”. Assim o tempo foi passando e o vestido continuou ali, praticamente esquecido na última gaveta do armário.

No entanto, hoje eu resolvi deixá-lo em cima da minha cama, e assim passei um bom tempo o admirando. Com isso, várias recordações surgiram. Lembro que eu sempre usava o cabelo meio preso. Olhei-me no espelho para fazer o mesmo penteado. Ao puxar o cabelo para trás, vários fios brancos insistiram em aparecer. Então eu comecei a reparar o passar do tempo no meu corpo. O vestido azul floral era do tempo em que eu não imaginava como seria ter fios grisalhos. Ou ter as rugas que agora fazem parte da minha face.

Escuto a campainha da minha casa tocar. Surpreendentemente, é a minha filha que veio me fazer uma visita. Ao olhar para o vestido em cima da cama, ela prontamente diz: “Mãe, que vestido lindo!”. Sim, o vestido que eu, pela minha idade, tinha vergonha de mostrar para a minha filha, hoje estava diante dos olhos dela, que brilhavam.

Eu apenas sorri. Mas dentro de mim era uma explosão de felicidade, pois um modesto vestido representava muito da história da minha vida. E mais do que isso: não ouvi da minha filha que era roupa de “gente velha”.

Anoiteceu. Minha filha foi embora. Fiquei novamente sozinha em casa. O vestido e eu. Porém, desta vez, não o coloquei de volta na gaveta, como de costume fazia nesses longos anos a cada arrumação. Resolvi experimentá-lo e, para a minha surpresa, ele ainda coube em mim!

No próximo mês faço 32 anos de casada. Já sei até a roupa que vou usar. Sim, ele mesmo, o meu vestido azul floral. Velha, eu? Que nada! Sempre é tempo de recomeçar.


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